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Como se caracterizam as práticas docentes na escola, em pleno século XXI? O que nossos professores têm feito para lidar com os novos desafios de ensino e aprendizagem, que se apresentam à formação dos sujeitos? Qual papel a educação física tem desempenhado nesse cenário?

Em plena era da informação e comunicação, muito se tem discutido sobre os efeitos dos modelos de convivência individual e coletiva que se impõem. O trato das relações interpessoais, da saúde, da linguagem e da qualidade de vida têm assumido centralidade nesse debate, ao mesmo tempo em que se verifica a importância da adequada formação para a compreensão e fruição de aspectos da vida social como a ginástica, os esportes, o lazer, as danças, as lutas, os jogos (inclusive eletrônicos) e as brincadeiras, entre outras tantas práticas que englobam a chamada cultura corporal do movimento.

A presente obra, ao reunir um conjunto de experiências docentes, em diferentes contextos, com descrições e análises de estratégias de ensino e aprendizagem a partir de pontos de vista singulares, busca oferecer ao leitor uma visão panorâmica, ainda que parcial, das propostas e caminhos adotados por professores de Educação Física, em suas realidades concretas, a fim de dialogar com as questões apresentadas acima, e outras tantas que emergem do cotidiano.

Educação Física - Práticas Docentes

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A Educação Física consolidou-se na área de Linguagem por meio do texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), juntamente a outras áreas como Língua Portuguesa, Arte e Língua Estrangeira, desse modo, ampliou-se o escopo e possibilidades de trabalho do professor de Educação Física, cabendo ao mesmo tematizar as práticas corporais da cultura corporal, tais como jogos e brincadeiras, esportes, danças, lutas, ginásticas e práticas corporais de  aventura.

Contudo, além da ampliação do escopo de trabalho, também o consolidado apresenta um desafio emergente: como tematizar essas práticas corporais e a cultura corporal de maneira significativa para o estudante? A partir desse contexto, a obra em questão, intitulada Educação Física: relatos de experiências procura apresentar um conjunto de práticas de ensino relatadas por diversos professores e professoras da Educação Física escolar, olhares e contribuições de diversas regiões e realidades do Brasil. Assim, a obra busca apresentar diferentes abordagens por meio de dez relatos. Relatos esses que apresentam práticas que envolvem o uso da pesquisa, do audiovisual, de eventos, de novas modalidades esportivas, assim como, história e cultura que permeiam práticas corporais envolvidas, oferecendo ao leitor uma visão ampliada e moderna da Educação Física escolar.

Educação Física: Relatos de Experiências

O catálogo aqui apresentado é resultado prático da proposta de projeto em desenvolvimento, cuja realização se deu em dois diferentes momentos e situações. O resultado apresenta-se como uma proposta em artes visuais contemporânea que discute as relações entre arte e ciência. Configurando-se com uma exposição realizada em duas instituições, em dois locais e dois tempos.

Na UNESP – São José do Rio Preto, foi realizada uma primeira experiência de ilustrar cientificamente espécies em estudo por pesquisadores ligados ao Herbário. As ações ocorreram nos meses de agosto, setembro e outubro, tendo sido ministrado um curso de ilustração científica, pelo proponente do projeto, com o apoio do Departamento de Zoologia e Botânica.

Na UFPB foram ministrados dois cursos de ilustração científica, um deles no Campus IV, localizado na cidade de Rio Tinto, voltado aos estudantes de Design e Ecologia, o outro no campus I, localizado na cidade de João Pessoa, votado aos estudantes de Artes Visuais e Biologia.

Espécies que Flutuam

Os estudos no campo da Infância têm evoluído exponencialmente, desde o século XX, com a incursão das pesquisas no campo da Sociologia da Infância, História da Infância e correlatos, desse modo, foi possível observar o fortalecimento de conceitos acerca da Infância enquanto tempo singular da criança. Somados a esse esforço hercúleo que envolve o debate no campo dos direitos civis e no atendimento escolar a esse tempo de vida, construiu-se um entendimento acerca da constituição do sujeito criança, visto nesse momento como um indivíduo dotado de subjetividades e cultura própria. Desse modo, esse livro procura abordar esse universo que abarca as múltiplas linguagens na Infância, suas temporalidades, espaços e rotinas, subjetividades, diversidade, afetividades e vínculos, criatividade, ludicidade e materialidade, assim como, a intencionalidade educativa, planejamento e ação pedagógica voltadas para infância.

Infâncias: Cultura e Singularidades

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Há diferentes maneiras de estudar as representações de mulheres leitoras. Simone Clea dos Santos Miyoshi estuda esta representação nas obras do pintor Almeida Júnior e traz a dicotomia entre o real e o representado elucidando um olhar masculino sobre o feminino.
 
Mulheres Leitoras propicia o entrecruzamento do olhar da pesquisadora e mulher com o olhar do artista e homem, que se intersecciona com olhares dos leitores e leitoras. A trama cultural estabelecida nestas conexões agrega infinitas possibilidades de representações simbólicas. 

A história das mulheres ressalta as dicotomias presentes nas representações femininas ao longo dos tempos. Simone Clea expõe as representações visuais femininas de Almeida Júnior no final do século XIX (1890-1900), onde as protagonistas das imagens são representadas por um olhar do outro, um olhar masculino. As mulheres leitoras saem da invisibilidade a que estavam submetidas e passam a protagonizar lugares outros possíveis de estar, seja na vida privada ou na vida pública. 

Qual o papel feminino ideal estabelecido nesta época? Decifrar um pouco deste universo e entender quem são estas mulheres aqui representadas é o diálogo que Simone Clea estabelece com as imagens.    

Nesse trajeto a autora observa as imagens e coteja-as com outras obras, o que nos traz para um exercício diário e imagético de cruzamentos do passado e do presente, que nos ajuda a elucidar os percursos históricos vividos pelas mulheres e os ainda a serem suplantados.  

Mulheres Leitoras na pintura é uma leitura saborosa onde a história e a memória de um período são construídas nas representações das imagens selecionadas pela pesquisadora.

MULHERES LEITORAS:
Representações iconográficas nas obras de Almeida Júnior (1890 A 1900)

Olhar para a realidade, com o intuito de transformá-la, exige mais do que saber     fazer. Envolve alteridade, colaboração, diálogo, confiança e constante aprendizagem.

O presente livro relata experiências de professores e alunos que embarcaram, juntos, na magnífica aventura do aprender!

Em treze capítulos, os autores expressam, com leveza, estratégias e caminhos para o aprender. Na abordagem de inquietações e questionamentos cotidianos, mediados pelos professores, colocam os estudantes no centro das relações de ensino e aprendizagem.

E assim, do confronto entre o real pensado e o real concreto, a ação pedagógica ressignifica problemáticas e mobiliza a coletividade para sua própria (trans)formação.

Os procedimentos didáticos e pedagógicos são exercícios compartilhados por olhares críticos, atentos às particularidades das respectivas áreas de conhecimento.

A começar pela Educação Física, passando pela Eletrotécnica, Eletrônica, Física, Informática, Literatura, Matemática, Metodologia da Pesquisa e Sociologia, todos partem de lugares próprios, se aproximam pelos caminhos e sutilmente dialogam, como unidade na diversidade.

De relevância para todos que estudam ou se interessam por práticas transformadoras na educação básica, técnica e tecnológica, os textos abordam possibilidades de pensar e fazer a formação para o trabalho, entendido em sua dimensão ontológica, como capacidade humana de transformação histórica da natureza, dos outros e de si mesmo.

Mais do que relatos, são pistas rumo ao debate crítico com alteridade, às relações interpessoais com confiança, à experiência cotidiana com a práxis.

Aprendizagem... essa é a essência do trabalho educativo, a chave que conecta todos nós para, juntos, aprendermos!

Práticas Docentes na Educação Profissional

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A I Jornada Estadual de Educação Física Escolar do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul - JorEFE/IFMS, realizada durante o mês de novembro de 2020, é como a ponta de um iceberg, a parte visível de algo muito maior. Neste fragmento se encontram pistas do vir a ser, como a temática do evento: “Educação Física na Educação Profissional Integrada ao Ensino Médio: Sentidos e Significados”.

A I JorEFE é uma fração do percurso trilhado pela área de Educação Física no IFMS. Seria ingênuo resumi-la a um único momento. De um percurso docente e institucional de quase dez anos, o evento emergiu de unidades e diversidades, contradições e silenciamentos, práticas e teorias, dilemas e consensos, enfrentamentos e colaborações, conquistas e perdas, avanços e desafios.

A presente publicação, uma das sínteses desse movimento, é composta por relatórios de atividades e relatos de experiências, apresentados e discutidos durante a I JorEFE/IFMS. Tal conteúdo representa não apenas o produto do trabalho docente da área de Educação Física no IFMS, mas, especialmente, o registro desse momento histórico na educação profissional.              Os textos e as gravações dos encontros não trazem receitas. São diálogos de possibilidades, que levaram a diferentes reflexões, e transformaram as próprias práticas, os praticantes e, inclusive, seus propositores. Esses foram apenas os primeiros passos.

A Jornada continua...

 Anais da I Jornada Estadual de Educação Física  Escolar do IFMS